Memória da operação. Contexto para decidir.
O PROA propõe reunir fontes digitais e registros da equipe em um histórico consultável por viagem, evento e origem. Integrações, desempenho e utilidade serão avaliados no piloto.
Uma camada sobre os sistemas existentes.
O PROA não é apresentado como sonar, piloto automático ou sistema de controle. A proposta é preservar contexto e facilitar consulta sem retirar do mestre e da equipe a responsabilidade pela decisão.
Fontes disponíveis
Dados autorizados de navegação, detecção e máquinas, além dos registros da equipe, conforme interfaces verificadas.
Registro e contexto
Organização do histórico por origem, viagem e evento, preservando a relação entre os registros.
Consulta e comparação
Recuperação do histórico, consulta, comparação e exportação previstas para avaliação no piloto.
Decisão da equipe
O sistema organiza a informação. Mestre e equipe interpretam o contexto e mantêm a responsabilidade pela decisão.
Princípios técnicos
Primeiro memória confiável. Depois análise.
Uma aplicação de IA só faz sentido se a origem dos dados, a continuidade do registro e a qualidade do histórico forem conhecidas. Por isso, a arquitetura proposta separa aquisição, armazenamento, consulta e experimentação.
Operar com independência de conexão quando o escopo e o hardware permitirem.
Manter origem, horário e contexto associados ao registro.
Priorizar coleta que não assuma controle de sistemas críticos.
Comparar qualquer abordagem mais complexa com uma referência simples antes de afirmar ganho.
Piloto de referência
Escopo pequeno o suficiente para aprender.
A proposta comercial v6 usou como referência uma embarcação, 90 dias e até três fontes digitais. O escopo definitivo depende de vistoria e compatibilidade.
Continuidade do registro
Verificar se as fontes selecionadas permanecem disponíveis ao longo da operação prevista.
Rastreabilidade
Confirmar se cada informação pode ser relacionada à sua fonte, viagem, horário e evento.
Recuperação e consulta
Avaliar se a equipe consegue reencontrar informações sem depender de reconstrução manual dispersa.
Exportação
Verificar se registros selecionados podem ser extraídos de maneira compreensível para revisão e análise.
Qualidade dos dados
Identificar lacunas, inconsistências, unidades e limitações antes de usar o histórico como base analítica.
Utilidade para a equipe
Entender se a informação organizada realmente ajuda a responder perguntas operacionais relevantes.
O que o PROA não promete